Quarta-feira, 30 de Maio de 2007

Onde estão os Pretos?!

Vivemos de facto num pais profundamente racista e se há povo que não devia ser, esse povo somos nós; somos uma mistura de raças. Por mim falo.

Presenciamos esse racismo, diria inconsciente, todos os dias… e nada fazemos. Escondemo-nos no velho chavão “até nem não somos racistas”.

 

Estava na fila para a gasolina, dois lugares á minha frente, um português negro pagava a gasolina com um cartão de crédito.

- A identificação. Pediu o empregado, devia ter uns trinta anos.

- Está aqui. Respondeu o negro, mostrando o BI.

- Dê cá! Tenho de conferir. Disse o empregado.

- Nada, o senhor só tem de conferir a assinatura! Respondeu o negro visivelmente irritado.

- São os procedimentos… Retorquiu o empregado.

- Qual quê!? Ao branco que estava a minha frente nem pediu nada! Dê cá isso. Respondeu pagando no seu cartão, continuou: É por ser preto, né? Tá pago e assinado!

 

E saiu bastante irritado. Senti o desconforto do empregado com a acusação implícita de racismo.

- O senhor viu? Estes tipos… Eu até nem sou racista, mas não gosto de pretos… não sou obrigado a gostar. Disse para o cliente seguinte, enquanto processava o pagamento.

- Pois não… Estes gajos estão cada vez mais arrogantes. Vêm para cá e pensam que estão na terra deles, qualquer dia até nos comem as mulheres. Respondeu o cliente de meia-idade.

- Qualquer dia? O pá já fazem isso… Retorquiu o empregado enquanto se despedia o cliente.

O empregado já estava mais a vontade. Reconfortado com aquelas palavras, alguém tinha entendido o seu pensamento.

 

Nesse dia a caminho do trabalho vi muitos negros como vejo todos os dias. Tenho amigos negros, como tenho brancos. Para mim é normal, não distingo as amizades pela cor da pele, mas pelo carácter. Mas custa cada vez mais viver nesta hipocrisia. Os portugueses só são os brancos? É Portugal um pais de brancos? Parece que sim…

 

Á noite em casa enquanto fazia zapping na TV veio á lembrança a cena no posto de gasolina. Resolvi pesquisar nos canais nacionais, a ver se via um negro. Zero, apenas uma senhora mestiça na RTP Africa. Claro! Perguntei-me a mim mesmo; “onde estão eles? Eu sei que existem, cruzo-me com negros todos os dias… onde estão?”

Estão em todo lado, menos; na TV, nos cargos de chefia da generalidade das empresas, no parlamento, por ai… Lembrei-me dos meus tempos de emigrante na Alemanha. País que a generalidade dos portugueses dirá; racista. Pois nesse país vejo negros na televisão, como vejo na rua. E não aparecem na TV a fazer papel de “criados” em novelas. Aparecem a apresentar programas. A fazer comentários políticos… Como vejo em Inglaterra ou em França.

 

Por aqui dizemos que não somos racistas mas o dia-a-dia diz o contrário.

Remetemos os negros a um gueto. Social e cultural. Sem referências, não se revêem nesta sociedade profundamente hipócrita e racista que somos. São eles que sofrem na pele todos os dias a pequenas e grandes humilhações, por causa da cor de pele.

È comum ouvir dizer: “ chegou o preto” ou “anda cá preto” entre outras bem piores. Mas não nos damos conta, ou não nos importamos, do conteúdo racista dessas expressões.

 

Penso que é tempo de enfrentarmos os nossos fantasmas e assumirmos o quão racista somos. A nossa atitude de falsa tolerância começa a gerar um clima de tensão, que pode levar a graves consequências. Ainda vamos a tempo de arrepiar caminho e mudar a nossa postura com os nossos semelhantes. E assim evitar maiores problemas no futuro.

 

Todos nós no nosso quotidiano temos de forçar esta mudança de mentalidades. É um dever de cidadania. Devemos também exigir a quem nos governa medidas concretas para essa evolução. Pensar se o sistema de cotas, que outros países seguiram, para as minorias poderá ser uma boa medida para dar visibilidade e atenuar as desigualdades.

 

Pois isto só com posições de princípios não vai lá…

 

publicado por sufer às 19:55
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Segunda-feira, 28 de Maio de 2007

Alexandra, 18 anos. Virgem

“… Conheci a Alexandra no Fórum Picoas, em Lisboa.

Foi numa tarde de sábado num dia de Maio. Estava numa acção de formação da empresa. Aproveitei uma pausa para tomar um café, ali mesmo na galeria comercial. Reparei numa rapariga que ao meu lado, no balcão tomava uma água. Era impossível não reparar nela. Tinha praticamente a minha altura e um belo corpo atlético. Cabelos quase loiros, pelos ombros e olhos cor de azeitona. Estava de calças, o que realçava o belo traço do rabo.

Acabei de tomar o café, paguei a conta a pressa pois ela já tinha saído do café. Tinha de conhece-la! Sai a trás dela. Deixei-me ir atrás por uns minutos, estava hipnotizado. Admirei bem o seu rabo. Perfeito. Saímos do Fórum, ela a frente eu um pouco mais atrás. Passeava pelo jardim envolvente. Avancei, colocando-me a seu lado disse:

 

- Olá, belo dia… Posso meter conversa contigo?

- Olá, estava a ver que passavas o resto do dia atrás de mim… Respondeu sorrindo.

Sorriso alegre. Cara de menina traquina. Muito bonita. Devolvi o sorriso.

- André. Disse, estendendo a mão.

- Alexandra. Respondeu, apertado a minha mão. Segurei a sua mão por alguns segundos. Muitos, parecia que tínhamos íman. Adorei o toque da sua mão, a maciez da sua pele. Sorrimos.  

- Que fazes? Já te tinha visto lá dentro… Perguntei

- Faço tempo para o cinema. Semana do cinema francês da cinemateca… e tu que fazes, além de andares atrás de raparigas? Respondeu rindo.

Entretanto já tínhamos dado a volta ao jardim e regressávamos ao interior do Fórum Picoas.

- Trabalho. Na verdade estou no intervalo duma formação. Respondi.

Ambos olhamos para o relógio. Estava na minha hora, mas não queria deixa-la. Senti o mesmo da sua parte. Silêncio durante uns instantes.

- Está quase na hora do meu filme. Disse

- Também está na minha hora, mas acompanho-te a sala. Respondi. Ela pareceu aliviada. Agradava-lhe a ideia.

- Que faz uma menina tão bonita, sozinha no cinema? O namorado não gosta de cinema Francês? Perguntei de rompante. Ela riu. Aquele sorriso desarmou-me.

- Já sabia que ias dizer isso… namorado não há. Respondeu sorrindo.

- Pena. Quer dizer, ainda bem… Disse. Rimos os dois.

Estávamos já junto a sala. Ficamos um pouco atrapalhados. Estava a minha frente, agora podia ver bem o seu rosto. Numa palavra, linda! Fixei aqueles olhos meigos que sorriam para mim e disse:

- Quero te ver outra vez, sem pressas.

- Estava a ver que não te decidias. Amanhã, domingo? Respondeu.

O filme estava prestes a começar, as poucas pessoas que ali estavam iam entrando.

- Infelizmente não posso. Amanhã vou para o Algarve. Disse.

- Oh! Então… quando voltas? Respondeu, visivelmente triste.

- Só na próxima sexta-feira. Dá-me o teu telefone. Disse, enquanto procurava no bolso um papel para anotar o número.

- Só tenho caneta… Disse tirando uma nota de 20 Escudos da carteira, escrevi o seu número na nota. Rimos. E no impulso do momento beijamo-nos com surpresa, ali na entrada do cinema. Foi um beijo breve, suave, quase inocente… Fiquei a vê-la entrar para o cinema e depois corri para a minha aula.

 

No domingo segui para o Algarve com ela no pensamento. Não era nada oportuna aquela viajem, mas estava em inicio de carreira e á pouco tempo na empresa. Tinha de fazer o acompanhamento de um projecto importante para a empresa. Não lhe telefonei, não adiantava. Queria vê-la. A única forma de não pensar nela foi empenhar-me ainda mais no trabalho. Fiquei no Algarve até sexta-feira. Quando cheguei a casa, já de noite, liguei para ela. Atendeu uma senhora. Devia ser a mãe.

- Boa noite. A Alexandra está, por favor. Disse

- Está sim. Um momento, vou chamar… Respondeu a senhora. Ouvi-a chamar pela filha, e os passos apressados no corredor.

- Estou? Disse, reconheci de imediato a sua voz. O coração bateu mais forte.

- Olá é o André. Ainda te lembras de mim? Respondi, sem conseguir disfarçar a ansiedade.

- Claro! Pensei que não me ligasses mais. Disse com a voz emocionada.

- Não deu para ligar antes, cheguei agora do Algarve. Quero ver-te! Disse.

- Eu também, quero… pensei que te tivesses esquecido de mim. Respondeu.

- Amanhã a tarde, podes? Disse

- Sim, ás três horas no Cais de Sodré. Vou de barco. Respondeu

- Combinado. Amanhã ás três. Tens uma mãe muito simpática… Disse.

- É mesmo, gosto muito dela! Respondeu, num tom mais alegre.

Despedimo-nos com o tradicional “beijinhos”.

 

Eram 21:30. Precisava de um bom banho, depois como todas as sextas-feiras o destino era Bairro Alto. A peregrinação começava no “Arroz Doce”, ponto de encontro para outros destinos…

 

Ás três horas de sábado já estava no Cais de Sodré. Estacionei a mota o mais perto possível do cais de desembarque e ali fiquei controlando de longe. Vi-a quando desembarcou. Alta, magra. Andar descontraindo, segura de si. Sorriu e acenou ao longe quando me viu. A alegria e simplicidade própria dos seus 18 anos cativaram me definitivamente.

- Pensava que não te via mais. Disse ela.

- Pensei em ti toda a semana. Respondi fixando aqueles belos olhos cor de azeitona.

Beijamo-nos com paixão, pouco importava as pessoas a volta. Senti o seu peito firme, no meu. O coração de ambos batia descompassado. Afaguei o seu cabelo macio e apertei-a um pouco mais. Ela sentiu a minha erecção. Há reacções fisiológicas impossíveis de controlar. Sorrimos, olhos nos olhos.

- Estou de mota, não te importas? Disse enquanto lhe colocava o capacete na cabeça.

- Gosto muito de andar de mota e nestes dias quentes sabe bem. Respondeu sorrindo.

 

Sentou na mota e abraçou-se bem a mim. Naqueles tempos o dinheiro não era muito, ainda não dava para um carro. Tinha de me contentar com a velha Honda 250. E já era um luxo!

Passamos o Terreiro do Passo em direcção ao Marquês de Pombal. O destino, a Estufa-fria no Alto do Parque Eduardo VII. Era um bom sítio para namorar.

Passeamos de mãos dadas, trocamos beijos e carícias. Comemos um gelado á beira do lago. Depois, já no parque, deitamos na relva a curtir. Uns vezes por cima, outras por baixo. Rebolamos na relva. O desejo aumentava na justa proporção do nosso envolvimento físico.

Deitados de lado, abri as calças e tirei para fora o meu sexo colocando-o nas suas mãos. Ela tremeu, não sabia bem o que fazer. Beijei-a e introduzi a minha mão dentro das suas calças. Afastei as cuecas e acariciei a sua vulva quente e húmida, depois penetrei-a com delicadeza. Ela estremecia sempre que passava o dedo no clítoris. A mão dela já trabalhava bem no membro. Ela era um mimo. Meiga e muito carinhosa. O seu belo corpo reagia a qualquer estímulo meu.

Estávamos deitados na relva á sombra duma árvore. Olhei á volta. Ninguém parecia reparar em nós.

- Quero fazer amor contigo, vou penetrar-te… Disse ao seu ouvido.

- Não. Aqui não… Tenho de te dizer uma coisa. Respondeu, já mais séria.

Fechei as calças, ela ajeitou as dela e a blusa e sentamos na relva frente-a-frente. Ela estava mais séria, mas insegura, com que procurando as melhores palavras. Acariciei o seu rosto, como que incentivando-a a falar.

- Xana, esta a vontade comigo. Ok? Disse.

- Não sei como dizer, vais rir de mim e depois se calhar não vais quer mais nada comigo. Respondeu fixando-me nos olhos. Continuou:

- Sou virgem, nunca… Concluiu timidamente.

- É isso! Anda cá… Disse abraçando-a.

A mim pouco importa se a mulher é virgem ou não. Todos temos um passado. Quando conhecemos alguém, não podemos apagar esse passado. Ele existe, há que respeita-lo. Numa relação o importante é o futuro que se constrói em comum no dia-a-dia. Também não sou daqueles homens que só pelo facto de serem o primeiro na vida de uma mulher, se julgam com privilégios para sempre… Mas confesso que me dá muito prazer em desflorar uma mulher virgem.

 

- Adoro-te, sabias? Conhecemo-nos á uma semana e apenas hoje estivemos mais juntos, não sei se é um amor de verão ou algo mais. Mas neste momento és a mulher da minha vida. Disse enquanto acariciava o seu rosto. Conclui:

- Pouco importa se és virgem ou não.

- Quero-te muito André! Penso em ti desde aquele dia no fórum… até falei de ti á minha mãe. Disse ela, emocionada. Continuou:

- Sempre quis que a primeira vez fosse com alguém especial, que pudesse recordar pela vida fora com carinho. Quero que sejas tu esse homem…

Beijamo-nos com ardor. Sentia uma grande harmonia com ela. Seria paixão?...

- Vamos para minha casa. Disse enquanto me levantava. Estendi as mãos e peguei-a ao colo, rodopiamos e fomos a braçados até a mota.

 

 

Fomos pela marginal em direcção ao Estoril. Naquela época morava num T0, em São João do Estoril. Estava um dia lindo. Céu azul, calor quanto baste e uma ligeira brisa. A vista era deslumbrante. A costa recortada no mar azul, ao fundo via-se o farol de Cascais. A luz da linha é magnífica. Única! Um dia perfeito, para mais tarde recordar…

Chegamos a minha casa ainda não era seis horas. Fomos para a sala, da janela via-se ao longe o mar. Tiramos a roupa e deitamos no sofá. Por momentos fiquei admirar aquele belo corpo todo nu, que se abria para mim. Pernas longas, sem barriga e um peito lindo; grande, mas firme, desafiando as leis da gravidade. E os mamilos lisos em tom rosa. Abri as suas pernas e deliciei-me com a beleza da vulva, rosa. Abri os grandes lábios e mergulhei. Com a língua estimulava o clítoris e penetrava-a. Senti o gosto o seu suco, gostei. Ela entre gemidos perguntou:

- Que fazes? Disse com a voz trémula.

- Como relva. Respondi numa alusão ao seus pelos. Rimos os dois.

- Não consigo rapar aí… Tenho medo de cortar. Respondeu.

Gosto de rachas com pelos, mas confesso que para um bom “minete” se estiver rapada, melhor.

- Confias em mim? Perguntei. Ela disse que sim.

Fomos juntos para a banheira, tomamos um duche de água bem quente. Depois sentou-se na borda da banheira com as pernas abertas, com a minha lamina de barbear rapei-lhe os pelos. De vez enquanto lambia as suas mamas. Por fim levei-a ao colo para o quarto. Em cima da cama recomeçamos. Abri as suas pernas e lambi-a toda… a minha erecção foi imediata. Ela gemia e soltava gritinhos. Deitei-me ficando ela de gatas em cima de mim, mas invertida. Ela mamava no meu membro e eu lambia aquele túnel delicioso. Gememos de prazer. Ela mamava com vigor, parecia que queria engolir tudo. Eu lambia o clítoris, metia a língua bem fundo e aflorava o botão de rosa. Ela delirava com tanto prazer. Sentia os seus músculos a contrair. Estávamos cheios de tesão.

- Vou te comer! Disse com rouca de tesão.

Ela deitou-se, dobrou os joelhos e abriu as pernas.

- Vem, sou toda tua… Disse ela voz melosa de prazer.

Penetrei-a delicada mas firmemente. Senti o túnel apertado, que se ia abrindo para mim. Estava toda molhada, o meu membro deslizava bem para dentro e para fora. Para primeira vez ela portou-se muito bem, ajudando com os movimentos das ancas. Aumentei o ritmo e penetrei com movimentos circulares. Meti bem fundo. Ela parecia no céu, sorria para mim. Com as mãos nas minhas nádegas puxava-me mais para dentro. Beijamo-nos com paixão. Abrandei o ritmo de penetração. Agora dava estocadas mais lentas mas vigorosas parando no fundo uns segundos. Tirar a virgindade a uma mulher requer vigor e tempo. O hímen tem de romper totalmente. Retirei o membro dentro dela e voltei a penetrar. Ela pareceu gostar, repeti várias vezes. Depois virei-a de barriga para baixo, com o rabo bem empinado e voltei a penetrá-la. Naquela posição podia penetrar com mais vigor, meter bem fundo sem magoar, além disse sentia e via o seu belo rabinho. Que tesão!  Ficamos assim uma meia hora. Depois não aguentei mais e explodi de prazer dentro dela. Beijamo-nos e ficamos abraçados uns minutos.

 

- Ficas comigo esta noite. Disse

- Não posso. Tenho 18 anos… a minha mãe é porreira mas não tanto. Respondeu sorrindo.

- Mas ficas comigo até mais tarde. Depois levo-te a casa, ok? Disse.

- Sim, amor. Agora temos de mudar os lençóis… Tens mais, não tens? Perguntou a rir. Disse que sim com a cabeça. Os lençóis estavam manchados com o seu sangue.

- Mas primeiro vamos tomar banho. Disse eu.

Tomamos um duche. Eu lavei-a e ela a mim. Ficamos abraçados debaixo do chuveiro, trocamos mais carícias e beijos. A paixão estava no máximo.

 

Enquanto ela mudava a cama encomendei uma pizza. Puxei o sofá para a varanda para dali vermos o mar. Quando a pizza chegou comemos na varanda com o magnifico por do sol, como companhia.

 

Nessa noite fizemos amor com dois coelhinhos encantados um com o outro. Até fizemos com ela sentada na máquina da roupa a centrifugar.

Quando a levei a casa em Almada, já passava da meia-noite. Cedo para uma noite de sábado. Mesmo para uma menina de 18 anos… A próxima paragem foi o Bairro Alto.

Esse ano as festas da cidade tiveram outro encanto com a sua companhia. Percorríamos as ruas da mouraria de bailarico em bailarico.

Aos pouco foi chegando cada vez mais tarde a casa, em pouco tempo já passava as noites de sexta e sábado comigo.

O verão passou todo comigo. Em Outubro rompemos. Eu ia trabalhar para o estrangeiro e ela, no segundo ano de Agronomia ficava, claro. Decidimos acabar tudo no auge da nossa relação, era melhor assim, do que a relação degradar-se com a distância. Ao menos só ficavam boas recordações.

Prometemos um ao outro que os nossos primeiros filhos teriam os nossos nomes. Ela casou-se quando terminou o curso. E o seu primeiro filho chamasse André.

Eu ainda não tive oportunidade de cumprir com a minha parte, mas ainda conservo a nota de 20 escudos com o telefone dela…”

 

publicado por sufer às 23:17
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Sexta-feira, 25 de Maio de 2007

Incontrolavel

Gosto de Besugas

Gajas Maradas

Mulheres Loucas

Desejos Descontrolados…

 

Curto Betas

E Quequinhas

Em lençóis de Linho

Ou nas Dunas do Guincho…

 

Adoro túneis

Peludos ou não

Apertados Quentes

E molhados…

 

Vibro com olhares

Gulosos ou não

Indiferente não fico

Ao Desejo…

publicado por sufer às 16:39
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Segunda-feira, 21 de Maio de 2007

Sara, 21 anos. Comercial

Porto / Vila Real


“… Faltava pouco para as 20 horas quando cheguei ao Norteshopping. Estacionei no piso -1 na mesma zona onde habitualmente deixo o carro. Subi ao piso comercial e entrei na FNAC. O telefone tocou.
- André desculpa, estou um pouco atrasada… 5 minutos, ok? Beijinho. Disse ela desligando de seguida. Estava no trânsito.

Conheci a Sara a uma semana. Tomava um gim tónico nas Docas no Café da Ponte em Lisboa, ao fim do dia quando ela entrou. Trocamos olhares. Mulher vistosa, alta e loira. Um pouco avantajada de peito mas com um belo rabo. Sentaram-se junto a mim, estava com uma amiga.
- Tou mesmo a precisar duma bebida. Disse, ela.
- Eu também. Bebo o mesmo que este senhor. Respondeu a amiga apontando para mim.
Sorrimos.
- Joca. Dois gins tónicos para estas senhoras, pago eu. Respondi chamando pelo barman, acrescentei: o meu nome é André.
- Sara e Isabel. Respondeu a Isabel. Era a mais atrevida.
- Que fazem por aqui? Estão um pouco longe de casa… Comentei.
- Somos do Porto, estamos em trabalho. Disse a Isabel
- Sou de Vila Real, somos delegadas de informação médica. Reunião de trabalho, uma seca. Estamos cá até amanhã. Disse a Sara.
- Pena. Tinha muito gosto e servir de guia, mas tenho de sair. Jantar de família. Disse eu, terminando a bebida.
- Oh! Já vais? Logo agora… Respondeu a Isabel.
- Quem sabe encontramo-nos no Porto. Vou lá em trabalho na próxima semana. Gostava de te ver. Respondi fixando o olhar na Sara.
- Vá lá, dá-lhe o teu telefone, estavas mortinha para “ir” com ele. Disse a Isabel para a Sara.
- Assim deixas-me mal. Respondeu ela envergonhada, acrescentando para mim: dá-me o teu telefone que depois ligo.
- Depois quando? Respondi enquanto escrevia o meu telefone num guardanapo.
- Amanhã. Disse ela sorrindo.
- Tens um belo sorriso, sabes com cativar um homem… bem meninas, vou. Divirtam-se. Disse despedindo-me com um beijo para cada uma.
Não telefonou no dia seguinte. Enviou uma SMS três dias depois. Dizia: “Ainda te lembras de mim? Tentei ligar antes, mas não tive coragem. Beijo.” Controlei o desejo de responder de imediato. Liguei um dia depois.
- Olá Sara. Disse, continuando: sexta-feira estou no Porto, jantas comigo?
- Olá, tudo bem? És sempre assim, muito directo? Respondeu ela.
- Sou assim. Podes? Respondi.
- Só jantar… Vivo em Amarante, não consigo estar no Porto antes das 20:30 horas. Disse ela.
- Combinado. Respondi
- Onde? Perguntou.
- No Norteshopping, junto a FNAC. Respondi
- Então até amanhã ás 20:30. Beijinhos. Disse ela desligando.

Olhei para o relógio. Eram 20:40 horas. Dirigi-me para a secção de música, como sempre com muita gente. Ao meu lado estavam duas raparigas duns 18 anos, uma delas agarrou numa colectânea dos Dors e perguntou á outra:
- Que é isto? Fazendo um olhar intrigado.
- É uma grande malha! Disse eu sorrindo para elas.
Rimos os três. Entretanto o telefone tocou novamente, era a Sara.
- Então!? Onde estás, não te vejo. Disse ela.
Dirigi-me para a saída da FNAC e vi-a junto á escada rolante.
- Estou aqui. Respondi, acenando com a mão.
Desliguei o telemóvel e aproximei-me. Ela estava de calças de ganga, botas e casaco vermelho comprido. Era Janeiro, estava frio, ainda assim por baixo do casaco vestia uma blusa preta com um decote bastante generoso.
- Olá, finalmente. Valeu a espera, estás linda! Disse, dando-lhe um beijo.
- Olá. Desculpa, mas foi complicado… está um transito horrível. Respondeu sorrindo. Acrescentou: jantamos por aqui?
- Se te parecer bem… Ela disse que sim com a cabeça.
Subimos a piso da restauração e escolhi o “Armazém da Cerveja” pelo ambiente discreto em particular no piso de cima e sobretudo pela comida. Sempre bem confeccionada e com apresentação. Pedimos uns lombinhos de porco com cogumelos e acompanhamos com “Convento da Vila”.
A Sara, apesar da pouca idade ou talvez por isso, é uma mulher muito interessante. Conversamos durante todo o jantar como se nos conhecêssemos a muito tempo.
Terminado o jantar fomos tomar o café ao Lais de Guia em Matosinhos, junto ao mar. Local muito animado com boa atmosfera e bem frequentado (leia-se gajas boas).

- Tens um sorriso fantástico e uns lábios que apetece beijar. Disse sorrindo para ela.
Ela sorriu e faz uma expressão de quem diz: “Vem”. Avancei e beijei aqueles belos lábios que sorriam para mim. Foi o primeiro beijo da noite. Olhamo-nos os olhos, sorrimos enquanto a mão dela procurava a minha.
- És linda. Disse.
- Não sabes no que te estas a meter. Respondeu, meio séria.
- Sei… Mas ainda não meti… Retorqui sorrindo.
- É que eu quando gosto de alguém, gosto mesmo… Disse ela, continuando: por isso pensa bem no que estás a fazer.
- Isso é bom porque eu também estou a gostar de ti. Respondi olhando-a nos olhos.
Beijamo-nos com intensidade e trocamos carícias.
- Estado Novo, tua casa ou para a minha? Perguntei
- Não me apetece estar com mais gente… assim, a tua casa é mais perto. Respondeu com um belo sorriso.
Saímos abraçados até ao meu carro, o dela tinha ficado estacionado junto ao Norteshopping. Estava uma bela noite de Janeiro. Fria e seca, com um luar espectacular.
Já no carro. Novo beijo e carícias mais profundas. Meti uma mão nas coxas e com a outra apalpei as mamas. Grandes e rijas.
- És atrevido. Disse.
- Confesso… Respondi colocando as mãos ao alto. Rimos os dois.

De Matosinhos até minha casa, perto do São João, foi rápido. Passava já da meia-noite quanto chegamos, como bom anfitrião mostrei a casa terminando o tour no quarto. Coloquei um CD dos U2 e dançamos junto a cama enquanto nos beijávamos íamos despindo um ao outro. Continuamos a dançar nus. Os nossos corpos quentes pareciam um só. Tinha a mão no meio das suas coxas, sentia a humidade dela. Penetrei com o dedo, ela gemeu e mordeu o meu lábio, acariciei o clítoris. Soltou um risinho. A mão dela apertava o meu instrumento, puxando para cima e para baixo. Delicioso. A nossa boca fundia-se numa. Levantei uma perna dela colocando em cima da cama e penetrei-a de pé. Estava tão molhada que senti o calor dela percorrer todo o meu corpo… Ela suspirava de prazer. Fiquei imóvel dentro dela gozando aquele momento único. Ela colocou de novo o pé no chão apertando ainda mais aquele túnel delicioso. O meu caralh¬_o parecia ter vida própria, crescia dentro dela á medida que o sangue se acumulava… ela apertava ainda mais as pernas. Sentia o meu coração dentro dela. Ficamos assim, parados uns minutos, deixando os nossos corpos á vontade. Enquanto isso beijávamo-nos. Que lábios, que boca deliciosa! Que tesão! Não aguentando mais tanto prazer, peguei-a ao colo, sem sair dentro dela e deitamo-nos na cama. Na mesma posição, ela com as pernas bem levantadas, por cima dos meus ombros.
- Mete bem fundo… oh! Isso… oh!... Sentes-me!? Oh!... Tão bom! Dizia ela com a voz ofegante de prazer.
Meti bem fundo. Aquele túnel fundo e apertadinho deixou-me louco. Aquela posição dava para meter tudo dentro. Era isso que ela queria. Aumentei o ritmo e intensidade, malhava com loucura.
- Oh!... Oh! Fodes tão bem! Oh… isso! Dizia ela, abrindo e levantado mais as pernas.
- Oh!... Cona tão boa! Disse eu, aumentando as estocadas. Estava prestes a vir. Com o polegar afaguei de leve o clítoris.
- Oh! Sim… sim… oh!!! Vem-te! Vem… vem... Oh! Foda-se! Oh!... Tão bom! Dizia, com a voz trémula.
Aguentei o prazer ao máximo, sentia as pernas dela a tremer. Revirava os olhos e gemia. Com as mãos acariciava os mamilos. Estávamos doidos de tesão! Não aguentei mais e no limite tirei o caralh_o. Gozei no peito dela. Com as mãos esfregava o meu esperma nas mamas. Nunca gozei tanto. Pelo menos assim senti naquele momento. No fim tudo se resume a um minuto. Aquele pareceu durar uma eternidade.
- És uma delícia. Disse, enquanto beijava aqueles lábios carnudos.

Levantei-me, fui a casa de banho e trouxe o rolo de papel para ela se limpar. Depois tomamos um duche juntos. Emprestei o meu roupão e vesti uma t-shirt. Já na sala, sentados no sofá cobertos com um edredão, bebemos uma taça de vinho tinto “Monte velho” que reservo para estas ocasiões. Ficamos assim uns quarenta minutos a meia-luz a ouvir musica, a curtir o momento. Depois o desejo falou mais alto e o vinho também ajudou.

Ela levantou o edredão e deitou a cabeça no meu colo. Beijou o meu instrumento e disse:
- Adoro o teu pénis! Tem o tamanho certo para mim… vou chama-lo de plátano. Importaste?
- Não, tá a vontade. É teu. Respondi.
Sorriu e meteu o “plátano” na boca. Eu sentia-o crescer na boca dela. Uma boa mamada é meio caminho para uma bela keka. Tem de ter ritmo, sentido de “gaita” e muito lubrificação. Ela era mestre na arte de mamar! Em pouco tempo deixou-me em ponto de bala…
- Hum… grande e grosso, como eu gosto. Fico toda molhadinha quando vejo um assim. Disse ela montando-se em mim.
Sentou em cima do “plátano” virada para mim e começou a cavalgar, para cima e para baixo. Deixei-a trabalhar, sentado no sofá com ela montada em mim. Limitei-me a apalpar o seu rabo e aquelas belas mamas que baloiçavam a minha frente. Enquanto isso beijávamos nos lábios ao de leve, apenas com a língua. Ela movia-se com intensidade, gemia de prazer. Deixei-a gozar a vontade. Tinha de gastar alguma energia… É isso que aprecio nas mulheres mais novas, energia para gastar e muita vontade de agradar. É só saber acender o rastilho do desejo que nunca mais param. Estivemos assim uns dez minutos. Depois levantou-se e ficou de gatas no tapete da sala.
- Fode-me a canzana! Disse com a voz melosa de tesão.
Esta posição é sonho de qualquer homem e de um numero crescente mulheres… Fechei um pouco as suas pernas e voltei a penetra-la. Meti fundo devagar. Parei e contrai o esfíncter. Bom demais! Adoro a segunda keka da noite, o caralh_o está ainda mais duro e “moído”, meio dorido. Não há maior prazer! Aumentei a intensidade e ritmo. Ela ajudava empurrando a rabo para trás. Ver aquele rabo delicioso a mexer-se daquela forma, aumentou ainda mais o meu desejo. Comia a bruta! Ela gritava de prazer. Não aguentei mais e gozei dentro dela.
- És tão gostosa! Disse, levantando-me.
Ela de joelhos a minha frente, agarrou no “plátano” e meteu-o na boca, depois lambeu as bolas…

Outro banho e cama. Adormecemos enroscados um no outro. Foi um sono profundo e tranquilo. Só acordei pelas 10 horas da manhã, com uma forte erecção. O rabo dela roçava no meu “plátano”. Ela parecia dormir. Apalpei-lhe o rabo e com a outra mão penetrei-a. Ela gemeu.
- Vou comer-te o rabinho. Disse ao ouvido.
Não há nada melhor do que comer um cuzinho de manhã ao acordar.
- Não, nunca dei o cu a minguem… Respondeu ela.
- Há sempre uma primeira vez… Disse, enfiando o dedo no seu ânus. Continuei: meto devagar, paro quando quiseres…
Falava ao seu ouvido. Beijei-a na nuca e enfiei a língua nas orelhas. Enquanto isso com dedo penetrava-a no cu. Ela gemeu. Estava mesmo a pedir. Lubrifiquei o “plátano” com um óleo próprio para estas ocasiões e penetrei aquele cu delicioso.
- Ai… devagar. Dizia
- Sim… sim…Tas a ir bem… Aguenta. Respondi.
Não dava para meter tudo. Ela não aguentava. Aumentei o ritmo e dei-lhe duas palmadas nas nádegas. Ela pareceu gostar.
- Oh! Sim… Disse ela, com a mão acariciava o seu clítoris e de vez enquanto afagava as minhas bolas. Estávamos na cama, ela de gatas e eu de joelhos por trás.
Que cu tão gostoso. Apertadinho, e arrebitado. Perfeito. Mais uma palmada no rabo. Estava quase a vir. Ela sentiu.
- Oh! Vem-te… vem-te…no rabo. Dizia.
Aumentei o ritmo e meti mais fundo. Ela gritava. Com as mãos agarrou-se a cabeceira da cama. Não aguentei mais e vi-me nas nádegas dela.
- Oh! Foda tão boa! Que belo rabo…Disse eu.
- Isso… isso… vem-te no meu rabo. Adoro! …Adoro sentir o calor do leitinho na minha pele. Disse ela.
- És um mimo de mulher. Vou querer mais! Disse já refeito do clímax.
- Olha o que dizes, depois cobro-te as promessas… Respondeu sorrindo com malícia.
Limpamo-nos com o rolo de papel que ainda estava na mesinha de cabeceira. Fomos junto para a casa de banho. Tomamos banho de imersão, bem quente e com umas pedrinhas de sal.

Nesse sábado, almoçamos no cais de Gaia no Vino Tinto. Depois deixei-a no Norteshopping, onde tinha o carro. Despedimos com um beijo longo e a promessa de reencontro na semana seguinte. Ela seguiu para Vila Real, passava sempre o fim-de-semana com a família e eu para Lisboa. Tinha coisas combinadas naquele fim-de-semana: Surfar as maiores ondas do mês em Carcavelos.


Na semana seguinte jantei em casa dela em Amarante. O jantar estava delicioso, mas o melhor foi a sobre mesa, que se prolongou pela noite dentro…”

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Sábado, 19 de Maio de 2007

Hanka. 19 anos, checa.

Leipzig, Alemanha.

“…Era a segunda vez que estava em trabalho naquela cidade da Alemanha Oriental. Na época, Leipzig, fervilhava de gente de toda a Europa… as noites eram muito animadas e tinham um encanto irresistível.


O Iris Pub era o local mais bem frequentado, ponto partida para alguns de paragem obrigatória para muitos. Também para mim. Ficava no centro histórico, perto da praça central e junto a universidade. Foi a aí que nos conhecemos… era uma noite quente de Junho, já passava das 23 horas e o local, como sempre estava lotado. Tanto no interior como na pequena praça junto ao mesmo. Musica, mulheres bonitas, das mais bonitas que já vi… e muita bebida.
Eu estava com o Capelo, um colega.  Trasmontano dos sete costados. Amigo leal e disponível. Gostava de andar comigo e depois, como ele dizia: “sempre sobrava uma para ele…” Estávamos junto ao balcão, num dos cantos que davam acesso a toillet das senhoras. Sitio estratégico. Reparei nela quando entrou, alta e elegante. Aproximou-se do balcão, na parte central, pediu uma taça de vinho branco e lançou um olhar pela sala… “uma caçadora” pensei. O nosso olhar cruzou-se, sorri e acenei levemente como o copo de cerveja. Ela baixou o olhar concentrando-se no copo de vinho que o empregado, solicito lhe havia preparado.
- Oh pá, daquela não levas nada. Disse, o Capelo, no gozo comigo.
- Veremos… a noite ainda é uma criança. Respondi, no mesmo tom.
Entretanto chegou o Hans, alemão nosso colega. Juntou-se a nos e de imediato mandou vir mais uma rodada.
- Pago eu. Disse. Para mim era a segunda cerveja da noite e não tinha intenção de beber muito mais… aproveitei para desmarcar.
- Capelo, já tens companhia… vou caçar, volto já.
Copo na mão e lá vou eu. Dirigi-me para ela, como ratice consegui colar-me a ela junto ao balcão.
- Olá. Disse, acrescentando: É difícil não reparar em ti.
Ela olhou para mim, baixou a cabeça e sorriu. Era tão alta como eu. Pele muito branca, cabelo preto, liso e os mais lindos olhos azuis que já vi!
- Também é difícil não reparar em ti. Disse, tocando-me no braço. Tens uma cor de pele linda. Conclui.
- André, sou português. És muito bonita, que fazes por aqui. Disse.
- Sou checa, estudo aqui na universidade. Mas não estou interessada, tenho namorado. Respondeu, num tom frio.
- Namorado!? E que fazes aqui sozinha? Disse.
- O namorado está em Munique, vim beber um copo… olha, não estou mesmo interessada. Ok? Há aí outras gajas para engatar. Por 50 Marcos podes levar qualquer uma daquelas para a cama. Disse ela, apontando para duas raparigas numa mesa um pouco mais atrás.
Foda-se, esta gaja tem tomates… mas esta interessada. Pensei. Olhei para ela, sorri.
- Não pago para foder. Muito menos a ti. Respondi com provocação, olhando-a de alto a baixo.
- A conversa está muito interessante, mas podes “bazar” daqui. Já! Respondeu-me num tom mais ríspido.
Isto está bonito, deve se amor a primeira vista, pensei.
- Estou bem aqui. Quando acabar a minha cerveja logo vejo. Respondi. E comecei a falar com uma quarentona de quase dois metros de altura por uns 120 kg de peso, que estava junto, desejosa para se meter debaixo de mim… acabei a bebida voltei para junto dos meus colegas.
- Bem te disse. É muita areia para o teu camião. Disse o Capelo, no gozo.
- Talvez… é checa e tem namorado. Respondi
- Checa!? Hum tás fodido… essas gajas não se dão. Disse o Hans.
- Em contrapartida a cota que está ao lado está interessada em ti. Disse no gozo para o capelo.
- Porra! Aquela gaja nem morto. Mas as outras que estão na mesa de trás… Respondeu. Rimos os três.
- Aquelas custam 50 Marcos, cada. Disse, para o capelo.
- Aquelas? Porra é já! Levo as duas... Respondeu, metendo a mão ao bolso.
Rimos os três novamente. Continuamos na cavaqueira, de vez em quando cruzava o olhar com a bela checa.
- André, ela vem aí! Disse o capelo.
- Quem a cota gorda? Perguntei.
- Não a gaja boa! Olha… respondeu, apontando com o olhar.
Ela vinha na nossa direcção, na minha, como um andar felino. Vestido bem decotado, justo e curto. Corpo bem torneado e que pernas! Numa palavra: Deliciosa.
Sorriu e parando junto de mim, disse:
- Vou embora, vens comigo?
- O namorado e aquela conversa toda? Perguntei. Colocando o braço a volta da sua cintura.
- Passaste no teste, vens? Disse, fazendo um sorriso enigmático.
- Claro, quando terminar a minha bebida… Respondi com naturalidade.
- Ok. Vou a toillet, quando voltar vamos. Dois minutos. Disse ela, senhora de si. Dirigindo-se para a toillet. Disse que sim com a cabeça e deliciei-me ao vê-la de trás… belo rabo! Pensei.
- Porra! Todos os cães têm sorte… menos eu. Disse o Capelo. Gargalhada geral. Estávamos ainda na fase do riso quando ela voltou. Despedi-me dos meus companheiros e saímos, não sem ouvir o Capelo dizer:
- Não te canses muito, amanhã há trabalho!
Foda-se! Aquilo era hora de falar em trabalho… acenei com a mão e saímos.

 

Fomos até uma discoteca, para aquecer e afinar os motores… Dançamos, juntos, bem colado, separados, com outros parceiros. Ela bebeu um Campari eu bebi agua, sabia que a noite seria longa. Tinha de repor os líquidos. Por volta da 1 da manhã assistimos ao show de strip e de mãos dadas saímos. Para casa dela. Apanhamos um táxi e aí começamos, sentados no banco de trás encostou a cabeça no meu ombro, abracei-a, colocou a mão no meu colo e brincou com o “instrumento” pelo retrovisor reparei no leve sorriso do motorista.

Rápido chegamos a casa dela. Morava num segundo andar de um prédio antigo. Os sapatos ficaram á porta, no patamar. Mal entramos ela encostou-me a porta e baixando as calças agarrou-se ao “mastro” trabalhando tanto com a boca como com as mãos.
- Estás cheia de fome. Disse. Tal a forma e o ritmo como ela mamava no meu cara…
Agarrei bem a cabeça dela e comi-a na boca. Depois, já com ela de pé penetrei-a contra a porta, meti bem fundo. Ela gritava de prazer. A porta abanava toda com a intensidade das estocadas. Colocou-se ao meu colo, sem tirar o cara..., pendurou-se no meu pescoço e cruzou as pernas nas minhas costas. Fomos assim para o quarto e caímos, literalmente, mas cama. Na posição de missionário penetrei-a com intensidade durante uns cinco minutos depois parei. Estava todo suado, despi-me por completo, ela toda nua abria a janela. Voltou para a cama e sentando-se em cima de mim cavalgou no cara… ora de costas, ora de frente. Estivemos assim cerca de meia hora. Por fim disse-me: “vem-te nas minhas mamas!” Gosto mais de vir “dentro”, mas um cavalheiro não recusa um pedido a uma senhora. Assim fiz! Chuveirinho e gozei no peito dela, que tremia de prazer. Eram três da manhã.
Tomamos banho e voltamos para a cama. Ficamos abraçados, nus sobre os lençóis.
- Ainda não disse o meu nome… Disse-me, repente quando começava a adormecer.
- Hã? O quê? Murmurei. Cheio de sono.
- O meu nome. Hanka. Disse
- Muito prazer. Respondi, estendendo a mão.
Rimos os dois… falamos um pouco sobre a vida. Banalidades. Ela brincava com o “tronco” que recuperava… queria mais. Ao fim de vinte minutos veio para cima de mim, primeiro sentada para penetrar e depois deitada, fazer movimentos deliciosos com o rabo. Ora lentamente ora com mais vigor, para cima e para baixo, com movimentos circulares… estava no céu! Aquele túnel apertadinho, quente e molhado e o peito dela no meu deixaram-me doido de prazer! Rodei para cima dela e virando-a de costas penetrei por trás, com a mão esfregava o clítoris. Ela gemia, gritava e apertava os punhos contra as almofadas… a cama rangia por todos os lados! Quando a senti no auge tirei o cara… de dentro e gozei no rabo dela. Gritamos de prazer! Estava exausto mas feliz… a momentos assim. Cai para o lado, ela levantou-se e antes do novo banho lavou meu cara… na cama com uma toalha molhada em água quente. Um mimo que não esta ao alcance de todos.
Adormeci quase de imediato, mas senti quando ela voltou do banho e se enroscou a mim. Dizemos qualquer coisa e adormecemos.

Acordei por volta das 5 da manhã, o dia já clareava, com uma forte erecção. Parecia um sonho, mas era real, ela toda nua mamava no meu “tronco”… há melhor maneira de acordar um homem? De certo não! Sorri para ela, nua de gatas a minha frente. Bela mulher, corpo perfeito! Puxei-a para cima, para mim e beijamo-nos. O primeiro beijo. Um beijo quente, saboroso e cúmplice. Tínhamos sobrevivido ao despertar… quantas vezes os amantes acordam de costas voltadas pensado: “que faço aqui?” e rapidamente se vão. Não era o caso. Uma vez mais naquela madrugada, penetrei-a com movimentos suaves e sem tirar a língua da boca dela. Gemíamos os dois e pela primeira vez senti a unhas dela nas nádegas apertando cada vez mais. Descontrolados de prazer aumentamos o ritmo e juntos atingimos o clímax! Vim dentro dela olhos no olhos, dissemos os nossos nomes… ficamos assim deitados eu ainda dentro dela, passamos pelas brasas, só despertando quando o rádio tocou ás 6 da manhã. Ambos estendemos as mãos para a mesa de cabeceira… para o rádio e rimos.
- Tenho de trabalhar. Disse eu.
Levantamos, tomamos banho juntos ela bebeu um iogurte liquido, eu precisava de um galão com uma sandes mista. Saímos e já no metro despedimo-nos. Ela a luz do dia era ainda mais linda. Parecia mais miúda e insegura. Adorei aquele momento. Combinamos encontro ao fim da tarde no bar, novo beijo e separamo-nos.

Jantamos nessa noite. Rimos da véspera e falamos muito.
- Neste momento estas na minha cabeça e no meu coração. Disse ela, continuando: enquanto assim for, dou e exijo exclusividade. Entendes? Não sou alemã, sou checa…
- Claro, penso o mesmo. Respondi.
Estivemos juntos essa noite e durante um mês. Depois afastei-me. Tivemos algumas recaídas pelo meio…mas ainda não estava preparado para a exclusividade

Tive muitas mulheres, nesse ano e nos outros que se seguiram. Mas ela foi a coisa mais doce que me aconteceu nesse ano…”

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Sexta-feira, 18 de Maio de 2007

Sandra, 25 anos. Professora

Figueira da Foz.

“… Combinamos na praia de Quiaios pelas 17 horas. Estacionei o carro na ponta oposta ao centro de estágio desportivo, junto as dunas. Conhecia bem aquela praia de outros verões. Apesar de estarmos no início de Junho o dia não estava particularmente quente devido a nortada que se fazia sentir. Talvez por isso e por ser dia de semana a praia estava praticamente deserta. Desliguei o motor do carro, na rádio passava “dei-te quase tudo” essa musica fez-me lembrar o dia em que nos conhecemos.

Foi á cerca de um mês numa festa na Figueira em casa de amigos comuns e gerou-se entre nós, desde o primeiro olhar, uma grande química. Sabia que ia “estar” com ela, não sabia era quando. Naquela noite não seria, ambos estávamos acompanhados. Mas o olhar guloso que ela me lançava não enganava. Trocamos telefones. Passei a noite na Figueira e confesso: “comi-a através da minha companheira de ocasião”. Durante esse mês “namoramos” ao telefone até se proporcionar novo encontro.
Tinha ligado dois dias antes a dizer-lhe que ia ao Porto no dia seguinte e que na volta parava na Figueira para estarmos juntos.
- Não sei se posso. Disse ela, continuando: Tenho qualquer coisa na escola e o Olavo está por cá.
- Foda-se… Estava cheio de pica para estar contigo. Disse, continuando: Paciência, arranjasse outra é só ver a lista telefónica.
Gargalhada sonora do outro lado. Depois um silêncio preocupante, por fim disse:
- Ok, depois de amanhã quando voltares do Porto. Em Quiaios, na praia, conheces?
Disse que sim.
- Ás 17 horas sem atrasos e nem te lembres de falhar. Ah! Leva uns calções de praia. Conclui.
- Mais alguma recomendação, mãezinha. Disse no gozo. Rimos.


O ruído foleiro de um carro que se afastava trouxe-me de volta ao presente. Sai do carro. De calções, t-shirt, chinelos e a toalha na mão percorri o passeio pedonal em estacas de madeira sobre as dunas. A meio do trajecto vi-a deitada na areia junto a praia numa ligeira cova que a abrigava do vento. Ela viu-me. Acenamos. O dia estava encoberto e o final de tarde não trazia nada de bom… meteorologicamente falando.
- Oi. Disse ela, beijando os lábios.
- Olá, estás boa! Respondi, percorrendo com o olhar o belo corpo dela quase nu. Estava sem top e com um minúsculo bikini. O peito, redondo como duas bolas de Berlim, cabia as minhas mãos. O rabo no tamanho e proporções certas e a cintura fina levantava a haste ao mais céptico. Os olhos verdes e o cabelo ruivo curto compunham o rosto, dando-lhe um ar muito sensual.
- Então foi difícil dares com a praia? Perguntou, estendendo-se na toalha ao meu lado.
- Não, já conhecia. Fiz surf nesta praia a uns anos. Respondi, afagando o seu cabelo que o vento teimava em levar para a cara.
- Hum… Menino surfista…Gajas não te faltam. Disse ela com um riso provocante.
- Confesso… se calhar conheço mais meninas num sábado de verão, no Guincho ou na Ericeira, do que alguns “especialistas” da net num ano. Respondi de peito inchado.
- Ui… e o teu coração aguenta tanta “agitação”. Disse, ela, em tom de provocação, colocando a mão no meu peito. Piscou o olho e concluiu: gosto do teu peito.
- Tem piada, estava aqui a olhar para o teu e também gosto. Respondi, devolvendo a carícia, leve, no seu peito.
Rimos. A piada certa no momento oportuno… Aproveitei a onda e avancei. Enquanto as mãos acariciavam a nuca e a coluna, beijei de leve o pescoço e as orelhas antes de introduzir a língua na sua boca. As mãos dela já trabalhavam dentro dos meus calções afagando o mastro, preparando a tormenta que aí vinha… Ligeira pausa, olhei em redor, não se avistava ninguém. Perfeito. Avancei mais, beijando e mordiscando os seus lábios carnudos. Com uma mão acariciava os seios e a outra no meio das pernas dentro do bikini afagava o clítoris. Ela ofegante, apertava o mastro e acariciava o saco. Introduzi a mão mais fundo, penetrando-a com o dedo médio com enquanto o polegar continuava no clítoris. Ela gemendo disse: “ isso…” E apertou ainda mais o “mastro” fazendo o típico movimento para cima e para baixo. O meu dedo deslizava bem dentro dela, estava toda molhada. Introduzi também o anelar e utilizei o líquido dela para lubrificar melhor o clítoris. Ela agradeceu dando um gritinho e “polindo o mastro” com mais vigor. Passei a língua nos lábios dela e fui descendo… até ao peito. Enquanto chupava as mamas a mão continuava a trabalhar dentro do bikini. “Tas quase no ponto”. Pensei. Desci mais um pouco parando no umbigo onde introduzi a língua, desci um pouco mais… e voltei a subir fixando a boca no peito dela. Delirava! Beijei-a na boca com intensidade enquanto me colocava de gatas em cima dela. Baixei ligeiramente os calções tirei o “mastro” para fora e coloquei-o na boca, ela gulosa agradeceu mamando com vigor. A minha mão continuava dentro dela ora introduzindo os dedos na co_a, ora afagando o clítoris. Ficamos assim uns bons minutos. Depois, cheio de tesão, tirei os calções.
- Que fazes? Perguntou, olhando em redor. Estava deitada na toalha á minha frente.
- Tiro os calções. Respondi nas calmas. Abeirei-me dela e tirei o bikini deixando aquela bela co_a, impecavelmente rapada a vista.
- Tas doido!? Disse com a voz ofegante de prazer.
- Doido de tesão! Vou foder-te. Sussurrei. E abrindo as pernas penetrei-a com firmeza enquanto a beija-a na boca.
Deliciei-me com o calor e maciez da co_a dela. Meti bem fundo ao mesmo tempo que fazia movimentos circulares. Ela gemia, gritava e com as mãos massajava-me as nádegas. Estava ofegante, com a respiração descontrolada. Aumentei o ritmo e intensidade de penetração. Ligeira pausa. Tirei o cara… dentro dela e com ele esfreguei o clítoris. Delirou! “Oh! Sim…” dizia repetidamente. De joelhos em frente dela alternava a penetração com a estimulação do clítoris com o cara…. Ficamos assim uns minutos. Ela revirava os olhos de prazer.
- Fode-me, André. Quase gritou. Estava com as pernas bem abertas e ligeiramente dobradas.
Levantei um pouco mais as pernas e voltei a penetrar aquela co_a deliciosa que parecia sorrir para mim.
- Fode-me a bruta. Oh! Disse doida de prazer.
Assim foi. Com as mãos segurava-lhe os ombros, tal a intensidade das estocadas.
- Isso arrebenta comigo! Disse descontrolada.
Sentia os músculos da co_a contraindo-se, apertando cada vez mais meu cara_o. Com as mãos nas nádegas puxava-me mais para dentro. E como gosto de estar “dentro”! Ela estava deliciosa, apertadinha e toda molhada. Em ponto de rebuçado… gritou: oh! Vem-te…vem-te!
Não aguentei e explodi dentro dela. Gozei intensamente enchendo-a de esperma. Ela abraçou-me agradecida.
- És doido. Somos… Rectificou, continuando: Foder assim na praia a esta hora. Foi bom demais. Nunca gozei tanto!
- Foi uma rapidinha. Disse no gozo.
- Rapidinha? Estivemos quase. Olhou para o relógio e continuou: Quarenta minutos a foder, na praia. O meu homem dá três “bombadas” vem-se e cai para o lado, adormece. Ou sou muito quente ou então só arranjo namorados apressados…
- És quente! Adoro estar dentro de ti. Disse.
Ainda estava em cima e dentro dela. Um beijo e levantamos. Mais um olhar sobre a praia. Ao longe via-se duas ou três pessoas. A nortada tinha diminuído mas o céu continuava nebuloso e temperatura começava a baixar. Ainda assim fomos nus a água. Demos um mergulho na água quase gelada, apenas o tempo suficiente para uma breve lavagem e saímos a correr. Já na areia ficamos abraçados de pé enrolados na tolha.
O mar azul-escuro confundia-se no horizonte com o céu carregado de nuvens escuras. Um barco ao largo e as inevitáveis gaivotas compunham o cenário. Eram agora 18:30 a praia estava vazia, apenas restávamos nós de pé abraçados no imenso areal.
- Gostava que o tempo parasse agora, neste momento. Disse ela, contemplando o horizonte. Respondi com um beijo.

Há momentos em que as palavras pouco ou nada significam apenas atrapalham.


Nos meses seguintes a Figueira passou a ser um ponto de paragem obrigatório no meu roteiro de viagens…”

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Quinta-feira, 17 de Maio de 2007

A Carla do 100

“… Conheci a “Carla do 100” no Brasil onde vivi dois anos, ela também era portuguesa. Lembrei-me dela, como recordo em outras ocasiões, quando regressava do Rivoli, com a minha namorada Daniela. Vínhamos de ver a peça de teatro “As mulheres da minha vida”. No regresso a casa, que partilhávamos perto do São João, pensava no tema da peça. “Então aquele tipo na casa dos cinquenta só tinha tido quatro mulheres na vida dele? Sendo que duas não contavam: uma era a irmã e outra a psicanalista…”. Interrogava-me. “Eu com menos vinte anos já tive muitas mais.” E inevitavelmente veio a memória a “Carla do 100”.
Chegados a casa fomos directos para a cama, era tarde e no dia seguinte tinha trabalho e ela a faculdade. Mas por mais cansados que estivéssemos não dormíamos sem fazer amor. Naquela noite não foi diferente. Já na cama deitados de lado de frente, beijamo-nos. Com a mão metida no meio das pernas dela, acariciava o clítoris e com o dedo penetrava-a. Ela com a mão apalpava-me todo, deixando-me cada vez mais duro.

A Daniela é uma mulher linda, inteligente. De boas famílias e certamente com um futuro brilhante a sua frente. Tem 23 anos é finalista de medicina. Temos uma grande química, basta o toque da sua pele para me provocar uma erecção. Isso já nos levou a ter sexo em provadores de roupa em várias lojas e em outros locais publicos. Não sendo um modelo, fisicamente falando, aquele corpo alto e grosso com uns quilinhos mais mas bem distribuídos, deixa-me doido!
Algum do melhor sexo da minha vida foi com ela… as vezes ficávamos horas a fazer amor.

Não foi a caso daquela noite. Depois dos preliminares deitei-me em cima dela e penetrei-a.
- Mete com cuidado. Disse ela, colocando a mão no meu abdómen, como que me impedindo de ir mais fundo.
Penetrei-a com delicadeza. Ainda assim, metendo o meu fundo possível… adoro sentir o toque do fundo da sua con_a. Depois aumentei um pouco a intensidade, coordenando os meus movimentos com os dela. Enquanto nos beijávamos intensamente.
- Adoro a tua boca! Disse eu, continuando: adoro a tua con_a, o teu rabo, até a tua barriguinha. Deixas-me doido de tesão!
- Isso diz-me coisas… Sussurrou no meu ouvido.
- Adoro foder-te! Disse, aumentando o ritmo de penetração enquanto com a mão apalpava-lhe o rabo. Com o dedo médio massajava a zona a volta do ânus e depois introduzia-o e retirava. Ela delirava de prazer. Mordia-me os lábios e as orelhas. E mexia as ancas duma forma que me deixa cada vez mais louco.
- Adoro a forma como te mexes… Murmurei ao seu ouvido e continuei: Fodes-me bem!
- Sim… Respondeu ela. Mexendo-se daquela forma que só ela sabe. Como adoro aquela con_a pequena e apertada… sempre muito quente.
- És tão boa! Disse gemendo de prazer
Aumentei a intensidade das estocadas. Estava todo suado mas feliz. Enfiei o dedo mais fundo no seu ânus. Tinha de comer aquele cuzinho mais uma vez!
- Vou comer o teu cu… Disse.
Era um pecado não comer aquele cu.
- Ainda não, deixa-me vir. Oh! Chupa as mamas. Respondeu mordendo os lábios.
Fixei a boca no seu peito e com a outra mão acariciei ao de leve o clítoris.
-Oh!...Oh…oh! Não pares. Dizia ela no limite do prazer. Enquanto cravava as unhas nas minhas costa. Senti um tremor percorrer o seu corpo que ficava cada vez mais rígido. Estava com os olhos arregalados. Depois descomprimiu…” já esta”. Pensei. Fiz um esforço para não me vir naquele momento. Queria gozar no seu cuzinho…
Com ela ainda na mesma posição levantei um pouco mais as suas pernas e penetrei no ânus. Ela voltou a cravar as unhas nas minhas costa, arranhando-me.
- Ui... ai… ai… Ela gritava.
- Tá quase… Tá quase… Aguentas bem…Dizia, louco de prazer, enquanto aumentava o ritmo.
Beijamo-nos com tesão. Não aguentei mais e gozei dentro dela. Retirei o caralh_o cuidadosamente e juntos fomos ao banho. Rápido mas bem quente.

De regresso á cama, mais calmos. Voltei a pensar na “Carla do 100”.
Era a “mulher” mais linda que já conheci, o meu padrão de beleza feminina. Tínhamos 11 anos, morávamos na mesma rua em Florianopolis, ela no número 100. Daí o nome. Foi amor a primeira vista, a minha primeira paixão. A primeira namorada. Tinha a pele muito branca, o cabelo preto e os olhos cor de mel. Simplesmente linda! Com ela dei o primeiro beijo e na nossa inocência exploramos os nossos corpos. Escrevia-lhe cartas e lia poemas, ela oferecia-me flores do seu jardim. Corríamos livres na areia da praia dos ingleses ao sábado de manhã. Ainda hoje penso nela, recordo com melancolia aqueles dias. Regressei a Portugal, ela ficou, durante uns anos trocamos cartas. Depois perdemos o contacto. Quando estou mais céptico, pergunto-me se ela terá realmente existido. Não será uma partida da minha cabeça. Uma ilusão? Nesses momentos de dúvida, corro para o armário onde tenho a velha caixa de sapatos com as fotos mais antigas. Procuro… e lá está a velha foto de cores esbatidas. Eu e ela abraçados ao meio, o meu irmão António segurando uma agua de coco, num lado e o Kalica, meu grande amigo de infância, sorrindo no outro lado. A típica foto de praia. No meu local favorito: a praia dos ingleses. Lá está a prova que preciso nesses momentos de dúvida. Ela existe! Mas quem tirou a foto? Teria sido o meu pai? Questiono. Faço um esforço de memória, mas não chego lá. Basta-me saber que existes. Fico mais tranquilo, arrumo cuidadosamente a caixa no armário.
Não importa quantas mulheres tive ou vou ter ainda. O importante são as emoções, os pequenos detalhes do dia-a-dia, que nos marcam e transportamos pela vida fora. No fim apenas duas ou três merecem estar como “As mulheres da minha vida”. A importância da “Carla do 100” mantém-se. Ela é o meu ideal feminino. Até criei uma escala de 0 a 20, em que ela representa os vinte. Quando conheço alguém, dou comigo a atribuir pontos dessa escala...

Ao meu lado, deitada de lado bem encaixada em mim, a Daniela já dormia. Afaguei-lhe o cabelo, ela sorriu. Um beijo e fechei os olhos. Apaguei…”
publicado por sufer às 11:43
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