Terça-feira, 25 de Setembro de 2007

Sexo no Trabalho?! Sim, obrigado...

Ontem sai com a minha nova colega, a Rita ela é estagiária na empresa à duas semanas. Tem 23 anos e é uma mulher deliciosa, com um corpo escultural e bem torneado. Dá gosto vê-la aproximar-se, pelo peito vultuoso e a cara gulosa. Da mesma forma que dá prazer vê-la afastar-se, pelo belo rabo, imponente e bem definido. É um autêntico furacão, que passa e mobiliza as todas as atenções; masculinas, claro e também as femininas. 

Ando a come-la, em segredo, a uma semana. Em segredo pelos mexericos que sempre existem numa empresa, alem disso, porque sou discreto nas minhas conquistas e existem outras mulheres na empresa que apreciam os meus dotes…

 

Esta última semana de trabalho tem começado invariavelmente da mesma forma; quando chego ao parque subterrâneo da empresa, de manhã, já ela está a minha espera no seu Pólo. Estaciono o carro e dirijo-me para o pequeno WC existente naquele nível, ela segue-me e acabamos a foder como dois animais com o cio naquele espaço exíguo e mal cheiroso. São dez minutos de sexo puro e intenso. Ela sentada, no pequeno lavatório, de pernas abertas e eu de pé no meio a penetrar fundo e forte aquele túnel peludo, quente e muito molhado! É o meu exercício matinal. E sabe tão bem, que quando nos cruzamos ao longo do dia, nos corredores da empresa, a tesão volta…

Um destes dias antes do almoço não resisti, ela estava de volta da fotocopiadora.

- Não tem papel. Disse ela.

- O mal é geral. Respondi no gozo, acrescentando: tens de ir buscar mais ao economato.

- Ora e onde é? Retorqui.

- Follow me… Respondi com um sorriso malandro.

Ela sorriu com malícia olhou em volta e seguiu-me para o economato que fica na extremidade do escritório junto as escadas de serviço. O nosso economato é pequeno, apenas servindo para guardar alguns artigos de escritório. Entrei a frente, passado uns segundos entrou ela, sorrimos. Tranquei a porta e avancei, beijei o pescoço e mordi a orelha antes de enfiar a língua na sua boca. Ela tinha a respiração alterada e sentia o seu coração bater descompassadamente. As minhas mãos já deslizavam pelo seu corpo, dentro as calças, apalpei-lhe o rabo enquanto baixava as minhas calças. Estávamos ambos de pé, ela virou-se de trás roçando o rabo no meu sexo enquanto eu acariciava as suas mamas e o clítoris. Foda-se, que tesão! Aquele rabo delicioso roçando no meu pénis, cada vez mais grosso e duro. Ela sentindo-o abaixou e de uma só vez mete-o na boca levando-me ao delírio.

- Oh! Isso… mamas bem. Disse eu, incentivando-a.

Que delicia de mamada. Bem lubrificada, com ritmo e muito sentido de gaita.

- Não te venhas na minha boca… Disse ela, numa pausa enquanto lambia os testículos.

Puxei-a para mim, baixei as suas calças por completo e encostei-a a umas caixas em palete de papel, ficando com aquele belo rabo bem empinado a minha disposição.

- Que fazes. Disse ela.

- Vou te foder. Respondi nas calmas.

- Aqui? Tas doido? Disse ela com a voz trémula de desejo.

- Aqui e agora. Respondi enquanto a agarrava pelo rabo.

Meti bem fundo, de uma vez só, penetrando aquele túnel apertado e delicioso. Ela apoiou-se bem prevendo a intensidade das estocadas. Eu estava doido de tesão, ver aquele rabo delicioso a abrir-se para mim enquanto a comia a bruta.

- Oh! Gosto á bruta… isso dá-me! Dizia ela com a voz melosa.

Meti bem fundo e explodi de prazer dentro dela.

- Oh! Oh! Oh! Não há nada melhor… Quase gritei.

Foram três, quatro minutos do melhor sexo.

Gosto de mulheres assim, bonitas, inteligentes q.b. e boas de foder. Que gostem de dar, tanto como gostam de recebem…

Rapidamente compusemos a roupa, tirei uma caixa de papel para copiadora enquanto ela destrancava a porta.

- Vamos. Disse sorrindo.

- A tarde á mais… respondi enquanto saíamos do economato.

Eu dirigi-me a fotocopiadora para repor o papel e ela a toillet.

- Deixaste-me toda molhada. Disse.

 

 

No final do dia o ritual é outro. Ela mora em Massamá e eu em Cascais, não sendo longe são caminhos quase o postos que temos de fazer. Assim acabamos a desanuviar a tesão acumulada ao longo do dia, numa pensão na baixa.

 

Na última quinta-feira, depois de mais uma dupla sessão vespertina de sexo, enquanto tomávamos banho perguntou:

- Gostas do Jorge Palma? É que tenho dois bilhetes para o concerto em Sintra… e não tenho companhia, melhor dizendo gostava que fosses comigo.

As mulheres são terríveis, as voltas que dão só para fazer uma simples pergunta.

- Sim gosto e vou com todo prazer. Respondi. O rosto dela iluminou-se e riu com alegria enquanto se abraçava a mim.

É um privilégio desfrutar da sua companhia, alem de inteligente, a Rita é uma bela mulher. O cabelo preto encaracolado e a pele morena realçam o verde dos seus olhos, os lábios carnudos e o sorriso desarmam qualquer um. Com ela a alegria é permanente.

Na sexta-feira não tivemos a habitual sessão vespertina de sexo, saímos mais cedo e fiquei de passar em sua casa, vive com os pais e irmãos, pelas 21:30 para irmos ao concerto do Jorge Palma, em Sintra.

 

Assim a hora combinada estava a porta dela, estacionei em frente ao prédio e toquei a campainha.

- Quem é? Perguntou uma voz masculina.

- Boa noite, a Rita por favor. Disse.

- Ó Rita é para ti… Ouvi do outro lado.

- És tu, André? Sobe os meus pais querem te conhecer. Disse ela.

- Sim, querida. Mas hoje não dá, tenho carro mal estacionado… Respondi.

Nesta altura não tenho qualquer intenção de conhecer a sua numerosa e simpática família.

 

Com ela já a meu lado, no carro, seguimos pelo IC19 para Sintra. Destino centro cultural Olga Cadaval, que eu conheci a mais de vinte anos ainda como Cine-Teatro Carlos Manuel, como o tempo passa… e ainda bem! Tudo se renova e se transforma, por vezes duma abóbora em um coche, como no conto infantil, foi o caso. Fiquei deslumbrado com a renovação deste espaço.

As 22:20 o momento mais esperado: Naquele seu jeito meio alucinado e aos trambolhões, Jorge Palma em palco. Foram quase duas horas de empatia total com o seu público, no qual me incluo, que lotava por completo a sala. “Dá-me lume”, “Encosta-te a mim” e “deixa-me rir”, levaram a sala ao delírio! Jorge Palma igual a si próprio; provocador e respondendo, também a todas as provocações do publico. Por momentos parecia que estava numa qualquer semana académica.

 

Findo o espectáculo rumamos ao Caipirinha Bar, ainda em Sintra na zona da Estefânia. O espaço embora vulgar na sua decoração tem um ambiente agradável, dentro do género. Bebemos uma caipirinha e jogamos snooker, durante uma hora, depois saímos e acabamos a foder no banco de trás do carro ali mesmo no parque de estacionamento do bar.

Quando chegamos ao estacionamento, junto ao carro beijamo-nos, enquanto a acariciava as mamas ela habilidosamente tirou o meu pénis, já em descolagem vertical, para fora das calças e manuseou-o a vontade. Depois ajoelhou-se e abocanhou-o, mamava com ritmo, doida de tesão. Agarrei na sua cabeça, pelos cabelos, e ela permitiu que a come-se na boca aumentado o ritmo da mamada. Quase no auge parei, retirei o pénis da sua boca e puxei-a para mim, beijando-a, encostei-a ao carro e subi a sua saia enquanto desviava o fio dental e penetrei-a com o dedo anelar, preparando o caminho. Ela gemeu e agarrou no meu pénis guiando-o até ao seu túnel delicioso! Ela estava no ponto, estremeceu quando a penetrei com intensidade, quase a bruta.

- Ó isso, dá-me… dá-me forte. Dizia ela ao meu ouvido.

- Foda-se! Que cona deliciosa! Não me canso de te foder… Respondi no mesmo tom.

O barulho de alguém que se aproximava devolveu-nos à realidade. Paramos os movimentos e entramos no carro, ambos no banco de trás, a tesão era grande e o desfecho inevitavelmente seria ali. Tranquei as portas, os vidros estavam totalmente embaciados, abstraímo-nos de tudo o resto e apenas nos concentramos nos nossos corpos. Tirei as calças enquanto ela se despia totalmente, sentei-me no banco do meio com pénis em riste esperando por ela, que não tardou em sentar-se nele virada para mim, senti de imediato o seu calor no meu pénis que foi aumentando a medida que ela cavalgava em mim. Com as mãos no tejadilho do carro ela ajudava a dar mais ritmo, eu lambia as suas generosas mamas que baloiçavam a minha frente e com uma mão acariciava o clítoris, com a outra apalpava o seu rabo e penetrava-a no ânus.

- Isso! Gritava ela enquanto aumentava o ritmo.

- Fodes bem… Respondi, incentivando-a a aumentar o ritmo.

- Oh! Oh! Oh!... Ela gemia e o seu corpo começava a tremer. Acariciei ao de leve o clítoris e meti o dedo mais fundo no seu cu. O seu corpo reagiu de imediato; comecei a sentir o seu túnel contraindo-se cada vez mais apertando ainda mais o meu pénis. A tesão estava no auge e o clímax era eminente.

- Oh! Querido… bate-me no rabo! Disse fora de si.

Dei-lhe três ou quatro palmadas nas nádegas. Ela delirava e o seu túnel delicioso apertava cada vez mais o meu pénis. Estava quase no ponto.

- Oh! Isso… (continuava a dar-lhe palmadas) oh! Querido… oh! Vem-te… vem-te! Gritava descontrolada.

Não se recusa um pedido tão generoso a uma senhora. Foi o que fiz… deixei-me vir! Ejaculei violentamente dentro dela. Ela aumentou o ritmo e depois afundou-se no meu pénis, parando e abanando ao de leve o rabo. Sentia a sua cona a latejar no meu pénis.

- Oh! Foda tão boa… Disse

Ficamos assim, dentro dela e abraçados, uns minutos. Depois vestimo-nos, saímos do carro, sentia me bem. Feliz é o termo. O cenário era incrivelmente belo: o luar intenso iluminava a serra de Sintra, via-se com nitidez a vegetação exuberante e as muralhas do castelo dos Mouros recortada na paisagem.

- André, não quero que te assustes ou que fiques envaidecido, mas estou a gostar demais de ti. Apaixonei-me por ti no primeiro dia que te vi no escritório… Disse ela, inspirada pela paisagem ou pelo belo momento de sexo que tivéramos.

Não respondi, com faço sempre que o assunto é mais sério, olhei-a nos olhos e beijamo-nos longamente.

Não me sinto preparado para ter apenas uma mulher na minha vida e  sei que isso será inevitável se me apaixonar…

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Sábado, 1 de Setembro de 2007

Carta de Amor

Carta de Amor...

Querido! Encontrei-te e perdi-me, sinto e digo coisas que jamais pensei e desconhecia…Desejo a cada instante ver-te, ouvir-te, sentir-te… Adorava partilhar contigo o meu amor, a minha felicidade, o meu corpo, a minha alma, os meus pensamentos, as nossas alegrias e tristezas.

Quero te dizer também que foste o único homem que mexeu comigo, sem me precisar tocar…
A tua voz entrou e não saiu do meu pensamento, tocou em algo muito profundo, invadiu-o mesmo na totalidade e promete transformar tudo, eu cedo, pois as forças físicas são menores do que o amor, pela primeira vez estou a deixar este tomar decisões, posso-me magoar, posso-me destruir, posso sufocar, mas não posso perder a oportunidade de ser eternamente feliz…

Provei-te, saboreei aquilo que a muito procurava, o amor, o desejo o prazer… perdi-me ao encontrar estes sentimentos, quero que este sabor seja eterno e que ninguém, nem mesmo o tempo, destrua a fruta mais simples, mas também a que mais prazer me deu saborear!

Amor! Onde estou neste momento não é possível observar o céu, mas também não é importante, com turbulência ou não, a verdade é que contigo conheci o amor e este continua a permanecer, espero, eterno, independentemente do seu aspecto no meu coração… Amar é uma sensação estranha, nova, é desejar, sentir que o nosso pensamento foi invadido por algo tão forte, que comanda tudo, não me consigo concentrar, penso em ti, como se o mundo só a ti se resumisse… Amo-te!

Quando tenho a sensação, que se te perco, perco tudo aquilo que procurei, e quando não procurava alguém me mostrou, que se pode amar e ser amada se pode desejar e ser desejada…
Nunca te esqueças de quem jamais se esquecera de ti, os anos estes passam, mas o nosso amor jamais será passado, será sempre presente e futuro!

Um beijo, de quem
Te ama muitíssimo,
Mais que muitíssimo.

Tua Xana

P. S. Cartas de Amor, escritas à mão em papel e não no computador em e-mail... por vezes ao abrimos essas cartas ainda sentimos o perfume de quem escreveu, vemos a intensidade, na letra, e o carinho que colocaram nessa escrita; flores e corações... felizmente sou desse tempo, conservo dezenas de cartas, guardo-as religiosamente, são intemporais... são um bocado de nós e muito de quem as escreveu...

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publicado por sufer às 13:21
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